Primeiro na mídia social, agora marijuana - Microsoft Corp. ficou doidona esses dias.
Três dias depois de investir no LinkedIn Corp. LNKD, -0,28% , em um negócio de US$ 26 bi, a empresa anunciou sua primeira aventura no mundo da maconha, constituindo uma parceria com a empresa KIND Financial para fornecer software de sementes-à-venda para o estado e os governos locais para a gestão do comércio e distribuição da maconha.
O Ministro da Saúde da Suíça, Alain Berset, felicitou a possibilidade de distribuir maconha de forma organizada, dentro dos parâmetros das leis existentes no país.
O consumo da maconha foi descriminalizado, mas não é legal na Suíça.
Em uma entrevista ao jornal “NZZ am Sonntag”, Berset disse que seu ministério está feliz em poder experimentar "novos programas", como a tentativa de distribuir maconha de forma controlada, enquanto ainda for preciso uma autorização especial para isso. O consumo de maconha na Suíça é atualmente punido com uma multa de 100 francos ($103).
Os laboratórios devem estar ficando seriamente preocupados com os resultados de uma recente pesquisa realizada pelo Centre for Addictions Research of BC.
A indústria farmacêutica, juntamente com os fabricantes de bebidas, que tem poderosas influências em Washington e tem feito lobby contra a legalização da maconha, a fim de proteger seus lucros.
Se até hoje a ótica foi a da punição, agora é hora de pensar no usuário e em sua inserção social. É o que diz o representante do escritório da ONU sobre drogas e crimes para Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, Rafael Franzini Batlle, que participou dos debates sobre o rascunho da resolução a ser assinada por presidentes na próxima Assembleia Geral das Nações Unidas, que acontece de 19 a 21 deste mês, em Nova York. Será a primeira sessão sobre drogas na assembleia em 18 anos. Na ocasião, a ONU vai atualizar sua postura em relação ao uso de entorpecentes — hoje, a orientação é reprimir.
Pela primeira vez, tribunal dá parecer favorável ao plantio da droga para fins terapêuticos. Autorização especial foi concedida a paciente crônico que não tinha condições de comprar cannabis medicinal em farmácias.
O Tribunal Administrativo Federal da Alemanha, em Leipzig, permitiu, pela primeira vez, nesta quarta-feira (06/04) a um paciente crônico o cultivo de maconha para fins terapêuticos. A Justiça determinou que o Instituto Alemão para Medicamentos e Produtos Medicinais conceda uma autorização especial de plantio ao homem que sofre de esclerose múltipla.
O presidente em fim de mandato deu mostras de que é mais um que não acredita na chamada guerra às drogas:
"Por muito tempo nós vimos a dependência em drogas pelas lentes da Justiça criminal. A coisa mais importante a se fazer é reduzir a demanda. E a única forma de fazermos isso é fornecendo tratamento, enxergar como um problema de saúde pública, não criminal", disse na conferência National Prescription Drug Abuse Heroin Summit.